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Tocantins bate recorde de renda per capita e lidera ranking do Norte e Nordeste em 2024

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O rendimento médio mensal domiciliar per capita no Tocantins atingiu, em 2024, o maior valor desde o início da série histórica, em 2012. O estado alcançou R$ 1.725, um crescimento de 11,72% em relação a 2023, segundo dados divulgados nesta semana pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado coloca o Tocantins na liderança entre os estados das regiões Norte e Nordeste e na 13ª posição no ranking nacional.

Desempenho regional

Na Região Norte, após o Tocantins, os maiores rendimentos foram registrados em Rondônia (R$ 1.721), Roraima (R$ 1.513) e Amapá (R$ 1.509). No Nordeste, o destaque é o Rio Grande do Norte, com renda de R$ 1.575, seguido por Sergipe (R$ 1.436) e Pernambuco (R$ 1.412).

Governo atribui avanço a políticas públicas e setor produtivo

O governador Wanderlei Barbosa destacou que o desempenho é fruto de um esforço coletivo. “Nosso compromisso é continuar fomentando a geração de emprego e renda, bem como melhorar a qualidade de vida em todas as regiões do estado”, afirmou.

O secretário de Estado do Planejamento e Orçamento, Sergislei de Moura, também comentou os números. “As ações estratégicas que desenvolvemos para incentivar negócios e melhorar a vida da população estão trazendo resultados. Seguiremos trabalhando para que esses índices continuem avançando”, reforçou.

De onde vem a renda

Do total do rendimento médio no Tocantins, 76,8% provêm do trabalho, 14,6% de aposentadorias e pensões, e 5,2% de programas sociais.

Os dados também revelam a diferença de rendimento conforme o nível de escolaridade. Quem possui ensino superior completo recebe, em média, R$ 5.049. Já pessoas sem instrução possuem renda média de R$ 1.652.

Por faixa etária, os indivíduos de 50 a 59 anos têm os maiores rendimentos médios, com R$ 3.493, seguidos pelos que têm 60 anos ou mais, com R$ 3.361. Os menores rendimentos estão entre os jovens de 14 a 17 anos, com R$ 1.152, e de 18 a 29 anos, com R$ 2.184.

Desigualdade se mantém em queda

O índice de Gini no Tocantins que mede a desigualdade de renda ficou estável em 0,477, mas segue sendo o menor da série histórica no estado. Segundo o IBGE, essa redução da desigualdade é resultado da expansão do mercado de trabalho, do aumento do salário mínimo e da ampliação dos programas sociais

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