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Novo painel digital do governo monitora hanseníase no Tocantins; estado registrou 56 casos em 2025
A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) anunciou a criação do Painel de Monitoramento de Dados Sobre a Situação Epidemiológica de Hanseníase no Estado, uma ferramenta digital voltada para o acompanhamento da incidência da doença. O painel, elaborado pela equipe técnica da SES-TO, pode ser acessado no site oficial da secretaria e será atualizado semanalmente com informações sobre casos confirmados e notificações em diferentes regiões de saúde.
Transparência e acompanhamento dos casos
A coordenadora estadual do Programa de Hanseníase, Márcia Faria Silva, explicou que a ferramenta já estava em desenvolvimento e agora será divulgada amplamente para que os municípios possam utilizá-la de forma mais eficaz. “Nosso objetivo é garantir que todas as cidades tenham acesso a esses dados e saibam como utilizá-los para aprimorar o controle da hanseníase. Pretendemos também organizar uma webconferência para capacitar os gestores sobre o uso da ferramenta”, destacou.
De acordo com os dados iniciais do painel, em 2025 foram registradas 88 notificações e 56 casos confirmados de hanseníase no Tocantins. Em 2024, esse número chegou a 836 novos casos, evidenciando a necessidade de manter a vigilância ativa sobre a doença.
Como funciona o painel
A plataforma digital reúne informações do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e apresenta um panorama atualizado da situação da hanseníase no estado. O painel permite acompanhar:
Número total de notificações e casos confirmados
Casos novos na população geral e em menores de 15 anos
Grau de incapacidade física dos pacientes no momento do diagnóstico
A SES-TO reforça que o painel será um instrumento fundamental para fortalecer as ações de combate à hanseníase e garantir maior transparência no monitoramento dos casos.
A hanseníase e a importância do diagnóstico precoce
A hanseníase é uma doença infecciosa que afeta a pele e os nervos periféricos, podendo causar lesões e incapacidades permanentes se não for tratada a tempo. Ela é causada pela bactéria Mycobacterium leprae e tem cura.
O tratamento é gratuito e disponibilizado nas unidades básicas de saúde. Quanto mais cedo a hanseníase for diagnosticada, maior a chance de evitar sequelas. O tratamento inclui medicamentos administrados por via oral, combinando dois ou três antibióticos.
A SES-TO reforça a importância da busca ativa de casos, pois muitas pessoas podem estar infectadas sem apresentar sintomas evidentes no início da doença.
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