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Maçonaria: patrimônio do Tocantins

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Luiz Espíndola de Carvalho – Especial para Sou de Palmas

Toda semana, o portal Jornal Sou de Palmas abre espaço para discutir temas que muitos conhecem apenas de ouvir falar, mas que impactam diretamente a sociedade tocantinense. Entre eles, a Grande Loja Maçônica do Estado do Tocantins e suas administrações — e os resultados que elas deixam para trás.

Ao contrário do que se imagina, não há mistérios insondáveis. A própria Maçonaria inglesa, considerada referência, reconhece que o chamado “segredo maçônico” se limita a sinais de reconhecimento, mas já facilmente encontrados na internet.

O que realmente importa não é o folclore, mas como seus dirigentes conduzem a instituição e como isso reflete na sociedade.

A Maçonaria não é um clube qualquer:

Ela é parte do patrimônio histórico e social do Tocantins.
Influencia lideranças, constrói reputações e ocupa espaço simbólico no Estado. Por isso, é dever da população acompanhar, questionar e exigir transparência.

O que acontece atrás de portas fechadas pertence, em parte, a todos nós!

A instituição nasceu com propósitos elevados:

formar homens melhores,

erguer templos à virtude e

sepultar vícios.

Porém, nos gabinetes fechados, muitos desses ideais cedem lugar a conchavos, vaidades pessoais e interesses privados. Onde deveria haver fraternidade, instala-se o compadrio; onde se pregava liberdade, florescem conveniências; e onde se esperava moralidade, cresce o silêncio conveniente.

É por isso que escrevemos:
Para que não reste pedra sobre pedra, nem malandragem debaixo do tapete!

A Maçonaria pode — e deve — ser uma força de bem. Mas, se sequestrada por administradores de ocasião, não passará de mais um palco de discursos ocos.

O Tocantins merece saber.
A sociedade tem o direito — e o dever — de vigiar quem se apresenta como guardião da moral, para que o templo da virtude não seja apenas fachada.

Transparência não é favor; é obrigação.
Vigiar, conhecer e questionar são direitos e deveres de toda a sociedade.

Citações/Referências:

Grande Loja Unida da Inglaterra – documentos públicos sobre princípios e segredos.

Observações de administração e conduta da Grande Loja do Tocantins (documentadas em publicações abertas).

 

Texto: Luiz Espíndola de Carvalho, jornalista e maçom fundador da Grande Loja Maçônica do

Estado do Tocantins

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