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Lula é orientado a evitar improviso em falas sobre segurança pública

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido orientado a evitar falas de improviso sobre segurança pública.

A recomendação visa impedir que eventuais declarações do presidente se transformem em munição para a oposição, especialmente em um momento em que o tema da segurança deve ganhar centralidade no debate eleitoral.

Aliados citam como exemplo a fala de Lula, na Indonésia, quando o presidente afirmou que “traficantes são vítimas de usuários”. Apesar de ter se retratado em seguida e dito que a  frase foi mal colocada, o trecho continua sendo usado pela direita para atacá-lo.

Nos bastidores, o entendimento é que o presidente não pode “morder a isca” da oposição, que tenta reforçar o discurso de que a esquerda é leniente com o crime organizado.

Desde a megaoperação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, na última terça-feira (28), Lula tem se manifestado apenas pelas redes sociais sobre o assunto.

Nos bastidores, o entendimento é que o presidente não pode “morder a isca” da oposição, que tenta reforçar o discurso de que a esquerda é leniente com o crime organizado.

Desde a megaoperação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, na última terça-feira (28), Lula tem se manifestado apenas pelas redes sociais sobre o assunto.

Nesta sexta-feira (31), após assinar o projeto de Lei Antifacçã,  o presidente voltou a publicar nas plataformas digitais.

No texto, Lula afirmou que o projeto do governo “eleva para até 30 anos as penas para quem integra facções criminosas” e cria mecanismos para ampliar o poder do Estado e das polícias na investigação e no asfixiamento financeiro das organizações.

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