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Governo do Tocantins investe R$ 365 mil em novas câmaras para armazenar sangue e modernizar Hemorrede

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O Governo do Tocantins destinou R$ 365 mil para a aquisição de 31 câmaras de conservação de bolsas de hemocomponentes, com capacidades entre 340 a 430 litros. Os equipamentos serão utilizados nas unidades de coleta e agências transfusionais da Hemorrede Tocantins, com o objetivo de garantir a qualidade do sangue armazenado, prevenir contaminações e evitar a perda da funcionalidade das células sanguíneas.

As câmaras, com 2,20 metros de altura, 1 metro de largura e 220 quilos, mantêm a temperatura ideal para diferentes tipos de hemocomponentes e são consideradas essenciais para a cadeia de cuidado com o sangue, desde a coleta até a transfusão. A atualização tecnológica faz parte de um plano mais amplo de modernização do parque tecnológico da Hemorrede, que também prevê, futuramente, a aquisição de novos equipamentos.

As primeiras instalações ocorrerão nas agências transfusionais do Hospital Geral de Palmas (HGP) e da Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), conforme cronograma técnico a ser definido. Também serão contempladas as unidades de saúde dos municípios de Paraíso do Tocantins, Miracema, Guaraí, Xambioá, Gurupi, Arraias e Dianópolis, além dos hemocentros de Palmas, Araguaína, Augustinópolis, Porto Nacional e Gurupi.

A superintendente da Hemorrede Tocantins, Pollyana Gomes, destacou que a padronização e a modernização dos processos são fundamentais para a segurança e eficiência dos serviços hemoterápicos. “Essas câmaras integram um plano estratégico que busca maior confiabilidade no atendimento e reforço da infraestrutura”, afirmou.

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Felinto, ressaltou que a rede de hemocomponentes é parte essencial do Sistema Único de Saúde (SUS) e destacou os investimentos em andamento. “Além da compra dos equipamentos, o governo já iniciou reformas estruturais nas unidades de Palmas, Araguaína e Gurupi, com orçamento inicial de R$ 3,1 milhões”, explicou.

Os novos equipamentos também contam com autonomia de até 48 horas em caso de queda de energia elétrica, garantindo a preservação da temperatura e a segurança do material armazenado. Segundo Júlio César Figueiredo, técnico da Hemorrede, a tecnologia de ponta utilizada nas câmaras representa um avanço para o serviço público de saúde.

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