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Agência de Metrologia fiscaliza postos e orienta consumidores sobre abastecimento no Tocantins

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Com a expectativa de redução nos preços dos combustíveis, a Agência de Metrologia do Tocantins (AEM) reforçou as ações de fiscalização em postos de abastecimento em todo o Estado. O objetivo é proteger consumidores e garantir que os equipamentos estejam em conformidade com as normas do Inmetro.

A AEM realiza verificações periódicas e pós-reparo nas bombas medidoras, conforme as regras do Regulamento Técnico Metrológico e portarias do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Os agentes conferem o volume real fornecido, o estado dos equipamentos e se os componentes como mangueiras, bicos, painéis e eliminadores de ar e gás estão dentro dos padrões estabelecidos.

De acordo com o presidente da AEM, Paulo Sidnei, a fiscalização é fundamental para a segurança da população.

“A equipe técnica da AEM verifica se o equipamento ostenta o Selo do Inmetro, que aponta que o instrumento de medir foi inspecionado e está dentro dos padrões de consumo, assegurando à população que o produto tem qualidade e segurança”, destacou.

Como funciona a verificação das bombas
Durante a fiscalização, os agentes observam se as bombas estão com o lacre e o selo subsequente do Inmetro, que confirma a regularidade do equipamento. Todos os bicos de abastecimento são testados com os três tipos de combustíveis: gasolina, etanol e diesel.

A cor do lacre também deve ser observada:

Amarelo: equipamento verificado e apto para uso

Azul: equipamento passou por reparo e está aguardando nova verificação

Além disso, os fiscais avaliam o estado geral das bombas, procurando possíveis vazamentos ou riscos à segurança do estabelecimento e dos funcionários.

Dicas importantes para o consumidor

Verifique se os indicadores de volume e preço estão zerados antes do início do abastecimento.

Estacione o veículo próximo à bomba para facilitar a conferência da quantidade e valor.

Confirme se a bomba foi verificada pela AEM e ostenta o selo do Inmetro.

Confira se o valor cobrado confere com o volume entregue.

Todo posto deve ter uma medida de 20 litros verificada pela AEM para checagem em caso de dúvidas.

A AEM não fiscaliza a qualidade do combustível, apenas os instrumentos de medição.

 

 

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