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Audiência no Senado debate mineração e reforça papel do Tocantins como nova fronteira mineral do país; veja detalhes

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O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Mineração do Estado (Ameto), participou nesta terça-feira (17) de uma audiência pública promovida pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado Federal. O encontro teve como objetivo discutir o cenário atual e as perspectivas para o fomento de projetos estratégicos de mineração no Brasil.

Solicitada pela presidente da CDR, senadora Dorinha Seabra, a reunião reuniu representantes de órgãos como o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Mineração (ANM), o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e o Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Minas e Energia (FME). Durante o debate, foram apresentados estudos e pesquisas realizados pelo SGB, que reforçam a necessidade de buscar alternativas para fortalecer o setor mineral nacional.

Segundo a senadora Dorinha, a discussão é crucial para entender o panorama da mineração brasileira e orientar ações futuras. “Nosso propósito foi discutir o panorama da mineração, as ações previstas para o setor e a realização dos estudos necessários em relação à mineração”, afirmou.

O presidente da Ameto, Milton Neris, reforçou o potencial mineral do Tocantins e a atuação do governo estadual para impulsionar o segmento de forma sustentável. “A mineração é uma atividade essencial para o crescimento econômico do Brasil, impactando positivamente na balança comercial e na geração de empregos. Essa discussão é importante para avaliar estratégias governamentais que aliem desenvolvimento econômico à responsabilidade social, ambiental e de governança”, destacou.

Presidente da Ameto, Milton Neris, participa da audiência no senado federal para discutir o senário nacional da mineração e ressaltar o potencial do Tocantins. Foto: Governo do Tocantins.
Neris lembrou que o Tocantins possui, em Palmeirópolis, o primeiro projeto polimetálico completo do estado, com exploração de zinco, cobre, chumbo e prata, além de reservas de minérios críticos em estudo. Para ele, o estado desponta como nova fronteira mineral do país. “O Brasil tem potencial para liderar o suprimento global de minerais estratégicos, mas precisa ampliar sua produção com responsabilidade. O governador Wanderlei Barbosa é um aliado do setor e defende políticas que assegurem não só o retorno econômico, mas também a aceitação social e o reconhecimento internacional das práticas adotadas”, completou o presidente da Ameto.

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