Tocantins
Tocantins alcança índice de 95,6% de propriedades declaradas na campanha de informações pecuárias
Um dia após o encerramento do prazo da campanha de informações pecuárias, o Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), divulgou o percentual de declarações recebidas, que alcançou 95,6% das propriedades rurais e 97,84% do rebanho. O índice está acima da média preconizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que é de 90%.
Os dados mostram que o rebanho bovino é de aproximadamente 11,6 milhões e de bubalinos é 6,4 mil. O total de propriedades rurais com exploração pecuária é de cerca de 60 mil. O município com maior número desses animais é Araguaçu, com 529.498 bovinos; seguido por Formoso do Araguaia (332.610), Araguaína (299.017), Peixe (293.203) e Arraias (281.907).
Os municípios com maiores propriedades rurais cadastradas é Araguatins, que contabiliza 1.446; seguido por Paranã com 1.418. O menor rebanho do estado está em Rio da Conceição com 2.629 bovinos, que também tem o menor número de propriedades rurais, num total de 37.
O presidente da Adapec, Paulo Lima, comemora os resultados e reafirma a importância dos produtores rurais manterem os cadastros atualizados. “Demos um grande passo em maio, com a conquista do reconhecimento internacional livre da febre aftosa sem vacinação que abrirá mercados consumidores, assim se faz necessário mantermos altos índices para comprovar a nossa eficiência e compromisso com a sanidade do rebanho”, ressalta.
O responsável técnico pelo Programa Estadual de Vigilância em Febre Aftosa da Adapec, João Eduardo Pires, explica que os inadimplentes poderão sofrer penalidades, que vão desde o bloqueio da ficha de movimentação de rebanho até multas. “Os produtores que não realizaram a declaração devem procurar o escritório da Adapec para regularização do cadastro, pois a declaração é obrigatória para todos os possuidores de animais de produção”, pontua.
Campanha
A campanha de informações pecuárias ocorreu entre os dias 1º e 31 de maio, sendo prorrogada até o dia 10 de junho. A declaração é uma medida fundamental para o controle sanitário, fiscalização e inspeção animal, além de viabilizar ações emergenciais para o controle e erradicação de doenças. Outro fator de grande importância é a garantia sanitária do rebanho e a manutenção do status de área livre de doenças como a febre aftosa, facilitando a entrada em mercados internacionais.
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