Notícias

7 mil toneladas de destroços já foram removidas após implosão de ponte entre Tocantins e Maranhão; nova estrutura está prevista até o final de 2025

Publicado

em

7-mil-toneladas-de-destrocos-ja-foram-removidas-apos-implosao-de-ponte-entre-tocantins-e-maranhao;-nova-estrutura-esta-prevista-ate-o-final-de-2025

Os trabalhos de remoção dos escombros da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desabou em dezembro de 2024, seguem avançando. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), cerca de 7 mil toneladas de concreto e ferro já foram retiradas, o que representa 50% do total de material resultante da implosão da estrutura remanescente.

A expectativa do DNIT é concluir a remoção total das 14 mil toneladas de detritos até a primeira quinzena de março. Enquanto isso, equipes técnicas trabalham na sondagem do solo e na elaboração dos projetos de engenharia para a construção da nova ponte, prevista para ser entregue até o final de 2025.

Destino do material e acessos provisórios

O concreto retirado dos escombros está sendo utilizado na construção de acessos provisórios que facilitam o transporte do material e a movimentação das máquinas responsáveis pela obra da nova ponte.

O DNIT informou que os detritos não causam impacto ambiental significativo, pois não sofrem transformações físicas, químicas ou biológicas ao entrarem em contato com a água ou o solo. Após a conclusão das obras, todo o material será destinado a um local de descarte licenciado.

Travessia temporária por balsas

Com a destruição da antiga estrutura, a travessia entre o Tocantins e o Maranhão passou a ser feita por balsas. O DNIT contratou uma nova empresa para reforçar esse serviço, disponibilizando três balsas e quatro reboques para o transporte de caminhões de carga e duas balsas e dois rebocadores para veículos menores e passageiros.

A implosão da ponte

A estrutura remanescente da ponte foi implodida no dia 2 de fevereiro, com a utilização de 250 kg de explosivos. O procedimento foi conduzido pelo engenheiro de minas Manoel Jorge Diniz Dias e durou menos de 15 segundos. A detonação foi realizada de forma controlada, com explosivos sendo disparados em sequência. A implosão foi necessária para garantir a segurança da área e permitir o início das obras da nova ponte.

Recomendados

MAIS ACESSADOS